Produção industrial gaúcha cai 1,2% em março ante fevereiro

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As maiores quedas do período foram registradas por Santa Catarina (-4,0%), que interrompeu quatro meses consecutivos de taxas positivas, Ceará (-3,1%), Paraná (-2,9%), Minas Gerais (-2,8%) e Pará (-2,7%).

Entre fevereiro e março, na média, a produção da indústria brasileira recuou 1,8%. Pernambuco manteve o desempenho de fevereiro. O resultado eliminou o recuo de 2,5% observado no mês anterior.

Pernambuco registrou estabilidade (0,0%), enquanto houve avanço no Amazonas (5,7%), Bahia (2,0%), Rio de Janeiro (0,7%), Goiás (0,5%) e Região Nordeste (0,1%). Na média nacional, a indústria encolheu 1,8% em março ante fevereiro, segundo o IBGE. Em março, na comparação com igual período de 2016, porém, houve crescimento em 8 de 15 locais. O instituto destacou que em 2017 o mês teve um dia útil a mais que em 2016. Também foi verificada queda no Espírito Santo (-0,7%). Segundo o IBGE, o crescimento no estado do Centro Oeste foi puxado pelo setor de produtos alimentícios (carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, leite esterilizado/UHT/Longa Vida e em pó, tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja e óleo de soja refinado e em bruto). No acumulado dos 12 meses, o maior parque industrial do país acumula perda de 2,3%.

Já o Amazonas apontou o recuo mais acentuado em março de 2017 (-7,3%). Os demais resultados negativos foram na Região Nordeste (-2,5%) e Ceará (-2,2%). Porém, 13 deles apontaram maior dinamismo frente aos índices de fevereiro.

O Ministério da Economia da Alemanha revelou esta terça-feira, 9 de Maio, que em Março a produção industrial alemã, já ajustada à inflação e à sazonalidade, recuou 0,4% face a Fevereiro, mês em que tinha aumentado 1,8%, uma variação que não foi tão negativa quanto a estimativa média de uma redução de 0,7% apontada pelos analistas consultados pela Bloomberg.

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