Aécio Neves vai ao Supremo para tentar retomar mandato no Senado

Ajustar Comente Impressão

Ele pedirá a revogação das medidas cautelares, mas entregará o passaporte.

O senador Aécio Neves foi um dos alvos da Operação Patmos, deflagrada na quinta (18/5), quando Fachin determinou o afastamento do mineiro das atividades políticas. O passaporte, ele vai entregar.

Os advogados Alberto Toron e José Eduardo Alckmin, que em conjunto representam o senador, vão argumentar que a medida cautelar que afastou Aécio de quaisquer funções públicas, inclusive a de senador, é ilegal, pois não encontra amparo na Constituição Federal.

Fachin atendeu parcialmente aos pedidos formulados pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Embora tenha aceitado afastar o tucano do cargo do Senado, o ministro rejeitou o pedido de prisão e não exigiu o uso de tornozeleira eletrônica.

O ministro impôs a restrição em lugar de prendê-lo, como solicitou o Ministério Público Federal.

Aécio ficou sabendo dos depoimento de Joesley Batista ainda no plenário pelo próprio celular, o tucano ao ler a notícia publicada pelo site O Globo, ficou totalmente sem rumo abaixou a cabeça e foi direto para casa.

O dinheiro teria sido entregue a um primo de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, que foi preso nessa quinta-feira (18).

A defesa de Aécio confirma que o senador afastado pediu R$ 2 milhões a Joesley.

Por autorização da Justiça, a PF cumpriu ainda mandados de busca e apreensão em residências de Aécio em Brasília, Rio e Belo Horizonte, além do gabinete do parlamentar. Após as acusações, o tucano comunicou o seu afastamento da presidência do PSDB.

Comentários