Autor de ataque em Manchester seria jovem Salman Abedi

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May viajará até Manchester nesta terça-feira para observar os efeitos do que chamou de "um dos piores atos terroristas da história deste país".

O ataque, que ocorreu por volta das 21h35 (horário local, 18h30 em Brasília), ao final de um show da cantora americana Ariana Grande, deixou ainda 59 pessoas feridas, segundo o chefe de Polícia de Manchester, Ian Hopkins.

A explosão ocorreu no final do concerto, quando as pessoas saiam do recinto da Arena de Manchester - a maior sala de concertos da Europa, com capacidade para 21 mil pessoas.

Este foi o atentado mais violento no Reino Unido desde os que atingiram os transportes públicos de Londres em 2005.

A campanha eleitoral para a eleição parlamentar do dia 8 de junho foi suspensa após a primeira-ministra May conversar com o principal líder da oposição, o trabalhista Jeremy Corbyn.

"Embora não seja a primeira vez que Manchester sofreu desta forma, é o pior ataque que a cidade experimentou e o pior que já atingiu o norte da Inglaterra".

Através de uma declaração, a polícia adiantou que "há mortos e feridos confirmados" e apelou às pessoas para que evitem a área e as que lá estão vão abandonando a zona, tentando evitar o pânico. Os parentes aguardam por notícias sobre o estado de saúde, ao mesmo tempo que as unidades pediátricas recebem doações de sangue em meio ao fluxo intenso de pessoas.

- Sabemos que um único terrorista detonou um dispositivo caseiro perto de uma das saídas da arena, deliberadamente escolhendo a hora e o local para provocar uma carnificina máxima - disse. Um jovem de 23 anos foi detido em Manchester por relação com o ataque. Nenhum grupo terrorista havia reivindicado a autoria da ação.

A UEFA manifestou hoje consternação pelo ataque de segunda-feira à noite em Manchester, Inglaterra, que provocou pelo menos 22 mortos. Trata-se do explosivo da preferência do Estado Islâmico e é fabricado com acetona, água oxigenada e ácido (sulfúrico, clorídrico ou nítrico). O presidente americano Donald Trump condenou os "perdedores maléficos" por trás do atentado. Ainda não está claro se ele agiu sozinho ou sob o comando de uma rede terrorista.

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