Plano Municipal de Emergência de Góis ativado devido ao incêndio

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A frente virada para os concelhos de Arganil e de Góis começam a sofrer os efeitos de "alguma humidade" que ajudará a "cumprir a nossa missão para dominar este incêndio o mais rápido possível", disse o comandante, sem excluir a possibilidade de isso ser possível nas próximas horas.

Embora compreenda que não possam existir muitos mais meios envolvidos no combate às chamas, Lurdes Castanheira lamenta que não sejam disponibilizados mais meios de luta contra o fogo, designadamente aéreos.

A responsável adiantou que o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, está no local a acompanhar a situação.

O município de Góis faz fronteira com Pedrógão Grande e Castanheira de Pera, no distrito de Leiria, e com o concelho da Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, para onde as chamas progrediram, após deflagrarem no sábado, em Fonte Limpa.

Lurdes Castanheira falou numa "situação grave" que "pode passar a ser gravíssima", dadas as dificuldades no combate às chamas.

A autarca explicou que "o vento foi de tal maneira forte que projetou" o fogo.

Ao todo, foram 170 pessoas retiradas, número que inclui cerca de 50 idosos que frequentam um lar na aldeia de Cabreira.

O comandante afirmou que, até ao momento, há 150 pessoas deslocadas em Góis e Pampilhosa, que estão a ser apoiadas por responsáveis da Segurança Social dos respetivos municípios.

De acordo com a informação disponibilizada no 'site' da Autoridade Nacional de Proteção Civil pelas 08:20, o incêndio em Góis está a mobilizar 692 operacionais, auxiliados por 237 viaturas e cinco meios aéreos.

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