Atlético-PR e Botafogo fazem jogo feio e empatam sem gols

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Jefferson; Emerson Santos, Joel Carli, Igor Rabello, Victor Luis; Rodrigo Lindoso (Marcelo), Matheus Fernandes, Bruno Silva, João Paulo; Rodrigo Pimpão (Gilson), Roger (Guilherme). Pablo recebeu e finalizou em cima de Joel Carli.

A partida contra o Atlético-GO, lanterna da competição, é no próximo domingo, às 19h, em Goiânia. Os jogadores rubro-negros pediram pênalti mas Anderson Daronco nada marcou. Nikão chutou forte e Jefferson espalmou para o lado.

O Atlético-PR teve o total domínio das ações no primeiro tempo de jogo. Sidcley cruzou na marca do pênalti e Pablo cabeceou no cantinho, mas Jefferson se esticou todo e fez a defesa.

Na próxima rodada, o Atlético-PR voltará a jogar em casa. Sem Rodrigo Pimpão, Guilherme assume o posto. O Furacão teve uma ótima chance no contra-ataque puxado por Nikão, mas o meia demorou a tocar e, quando tocou, o lateral Jonathan sentiu a coxa e não alcançou. Com muita correria e pouca objetividade, o primeiro tempo chegou ao fim empatado em 0 a 0 com as equipes sabendo que precisariam de mais para vencer o jogo. O primeiro tempo foi de poucas chances e com destaques para as defesas. Pimpão teve boa chance após bola longa de Roger, mas Weverton saiu travando e cortando.

Com ou sem Ribamar, o Atlético-PR tenta quebrar a sequência negativa. O Rubro-Negro, diante de um Botafogo bastante recuado, conseguia criar seus principais lances de perigo pelo lado esquerdo, sempre com Sidcley e Nikão.

Por conta da cera feita pelos jogadores do Botafogo, o árbitro deu sete minutos de acréscimo e quase que o time carioca abre o placar com Guilherme, mas a finalização passou raspando a trave de Weverton.

Nos 15 minutos finais, vendo que o Furacão estava desanimado, o Botafogo resolveu se soltar mais, criou algumas jogadas e começou a levar perigo ao gol adversário.

Outro fator que atrapalhou o Atlético-PR foi a falta de organização de seu ataque, que não sabia como aproveitar as bolas lançadas na área. O Furacão respondeu com Thiago Heleno de cabeça. Restou, então, jogar a bola na área e torcer pela falha da eficiente defesa botafoguense. Mesmo com muita pressão e movimentação de ambos os lados no fim, o jogo acabou em 0 a 0 na Arena da Baixada.

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