EUA respondem à Coreia do Norte com envio de bombardeiros

Ajustar Comente Impressão

No domingo, Trump escreveu na rede de mensagens instantâneas Twitter: "Estou muito dececionado com a China".

O presidente americano reafirmou o compromisso de defender o Japão e a Coreia do Sul de quaisquer ataques e disse que, para tal, seu país disponibilizará a totalidade de seus recursos. "Os nossos antigos líderes, ingénuos, permitiram-lhes ganhar centenas de milhares de milhões de dólares por ano em comércio e, no entanto, não fazem nada por nós em relação à Coreia do Norte".

Abe disse a Trump que a ameaça representada pela Coreia do Norte aumentou consideravelmente depois que Pyongyang fez, na sexta-feira, um novo teste foi feito com míssil balístico intercontinental, segundo o comunicado. "Não permitiremos que isso continue".

A China já havia rejeitado as críticas norte-americanas, dizendo que o problema da Coreia do Norte não surgiu por causa da China e que todos os países deveriam trabalhar juntos para encontrar uma solução.

Em conferência de imprensa, Liu colocou a responsabilidade pela questão da península coreana sobre Washington e Pyongyang.

De acordo com Haley, a Coreia do Norte já está sujeita a inúmeras resoluções do Conselho de Segurança, "mas violam impunemente essas resoluções, que não são cumpridas por todos os Estados-membros da ONU".

"A Coreia do Norte continua a ser a ameaça mais urgente para a estabilidade regional", disse o comandante das Forças Aéreas do Pacífico, Terrence J. Os altos comandos de ambos os Exércitos discutiram as "opções de resposta militar" depois do lançamento norte-coreano. "Se formos chamados, estaremos prontos a responder com força rápida, letal e esmagadora no momento e no lugar de nossa escolha", acrescentou.

O escudo inclui seis lançadores, dos quais dois já foram instalados a 300 quilômetros de Seul.

Citando funcionários do governo dos Estados Unidos, o jornal The Washington Post afirmou, na semana passada, que a Agência de Inteligência de Defesa do Pentágono (DIA) agora acredita que a Coreia do Norte poderá lançar um ICBM capaz de carregar uma arma nuclear em 2018 - dois anos antes da estimativa anterior da agência.

Comentários