Veja os estragos em Miami depois do furacão Irma

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Florida sobreviveu ao Irma, mas enfrentará uma longa e dura batalha a partir de agora para lidar com os danos provocados pelo furacão mais potente a atingir os Estados Unidos na última década. A BBC adianta que mais de 6,3 milhões de pessoas foram aconselhadas a sair da Florida, devido à ameaça às suas vidas. O centro de furacões dos EUA realça que, apesar da redução de intensidade, o Irma continua a ser um furacão "poderoso" enquanto passa pela costa oeste da Florida, segundo a Reuters. Isto porque há ainda outro perigo: a subida do nível de água, que se acontecer não será progressiva, poderá haver uma massa de água a entrar pelas zonas costeiras.

Rebaixado mais uma vez, agora para depressão tropical, o Irma chegou a ser classificado como furacão de categoria 5 -a mais alta- e provocou o cancelamento de dezenas de voos em aeroportos de cidades como Orlando, Fort Lauderdale e Miami.

Também caíram pelo menos vinte grandes guindastes utilizados na construção de torres de apartamentos e escritórios do centro de Miami.

Pelo menos 25% das casas de Florida Keys foram destruídas pelo furacão Irma, de acordo com as primeiras estimativas - informou nesta terça-feira (12) o chefe da Agência americana de Situações de Emergência (Fema), Brock Long.

A cidade, bem como grande parte do estado, encontra-se sob alertas de tornados perigosos, que já começaram a ocorrer na sexta-feira à tarde no sul da Florida.

Cerca de 220 mil pessoas estão concentradas em abrigos, na Florida, e perto de 7,2 milhões de casas e empresas estão sem energia em vários estados, à medida que a tempestade tropical Irma se desloca para sudeste.

Imagem noturna feita com infravermelho do furacão Irma entre Cuba e Florida Keys. Por volta da 5h; o Irma seguia para o noroeste pelo centro do Estado e estava cerca de 100 quilômetros ao norte de Tampa; com ventos contínuos máximos de quase 120 km/h.

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