Ameaças de bomba levam à retirada de 20 mil pessoas

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Mais de 10 mil pessoas foram retiradas de vários edifícios em Moscovo, entre eles universidades e estações de comboios, nesta quarta-feira, depois de várias ameaças de bomba.

Até ao momento, não há notícia de que qualquer engenho explosivo tenha sido encontrado.

As autoridades acreditam que se trata de "um caso de terrorismo telefónico, no entanto a credibilidade dessas mensagens tem de ser confirmada".

Segundo a imprensa russa, 22 cidades russas receberam ameaças de bombas feitas por telefone de forma quase simultânea.

Dezenas de edifícios evacuados em Moscovo devido a ameaças de bomba

As estações de comboio de Leningradsky, Kazansky e Kievsky e a Universidade de Medicina Sechenov e a Universidade de Relações Internacionais MGIMO foram evacuadas, assim como os maiores centros comerciais de Moscovo, incluindo a célebre galeria comercial Goum, na Praça Vermelha.

Três das principais estações ferroviárias da cidade foram alvo de buscas, bem como mais de 20 edifícios no centro da capital russa.

As chamadas anônimas começaram na segunda-feira, principalmente na parte ocidental da Rússia, e no dia seguinte se espalharam para o resto do país.

De acordo com a mesma agência, citada pela Russia Today, as autoridades russas têm se visto a braços com uma epidemia destas ameaças, que não se têm revelado verdadeiras.

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