Marilia Mendonça tem bens bloqueados pela Justiça de Minas Gerais

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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) expediu na última segunda-feira um bloqueio de parte dos bens dela, sob o argumento de arrecadar fundos para ressarcir aqueles que compraram ingressos para seu show em Araguari, no Triângulo Mineiro, que foi cancelado duas vezes devido a condições climáticas desfavoráveis. A decisão tem como objetivo garantir recursos para o ressarcimento do valor de ingressos de um show que a cantora realizaria em Araguari, em fevereiro de 2017, mas foram cancelados. O evento estava marcado, inicialmente, para o dia 3 de fevereiro de 2017, mas não aconteceu, devido à chuva.

O processo partiu da 3ª Vara Cível de Araguari, segundo determinação do juiz Márcio José Tricote.

O processo se iniciou após o Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-MG) receber uma série de reclamações dos consumidores que adquiriram ingressos antecipados e não foram ressarcidos do valor pago pelo show após sua não realização. Na época, foi dado um prazo de 90 dias à cantora, à contratante Juliana de Lima Melo Alves e à produtora do evento Workshow para devolver o dinheiro, mas ele não foi cumprido.

A justiça determinou que R$ 100 mil fossem bloqueados de todas as partes envolvidas no caso.

O Ministério Público de Minas Gerais teria firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os produtores para reembolso em março de 2017.

Sem citar nomes, a assessoria da cantora alega que a responsabilidade pela devolução dos valores ao público é da contratante. Então, o show foi remarcado para 9 de março, mas também não aconteceu sob alegação de fortes chuvas.

Segundo informou a assessoria da artista, a cobrança é indevida já que as apresentações foram canceladas "por força da natureza".

Uma audiência de conciliação sobre o caso foi marcada para o próximo dia 17 de janeiro e os advogados da cantora pretendem estar presentes.

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