Investidor chinês pode comprar a C&A, diz revista

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A cadeia de vestuário de origem holandesa C&A estará prestes a ser vendida a um consórcio de investidores chineses. Citando "fontes internas" não identificadas, a revista alemã Der Spiegel noticiou que o acordo entre a família Brenninkmeijer e os compradores estaria praticamente fechado.

A C&A tem cerca de 60 mil trabalhadores em todo o mundo e uma rede que ultrapassa as duas mil lojas em todo o mundo. Além disso, concorrentes como a H&M e a Primark abocanham cada vez mais parcelas do mercado. A Cofra Holding representa os membros da família fundadora Brenninkmeijer, que atualmente possui mais de 1 mil integrantes reúne uma riqueza estimada em 20 bilhões de euros, de acordo com informações da revista alemã. Na Alemanha, o faturamento da C&A caiu de 3,09 bilhões de euros em 2011 para 2,62 bilhões de euros em 2017.

A Cofra disse em nota que está "completamente comprometida em manter um negócio bem sucedido e com futuro para a C&A e que a companhia embarcou em um programa de transformação e crescimento". "A atual transformação da C&A inclui a investigação de formas de acelerar áreas prioritárias e de alto crescimento, como China, mercados emergentes e digital, o que pode potencialmente envolver parcerias e outros tipos de investimento externo".

No Brasil, a empresa foi condenado, em 2014, a pagar multa de 100 mil reais por irregularidades trabalhistas em Goiás.

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