Crítica | Deadpool 2 é mais ousado e ainda mais divertido

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E mais uma prova disso é que no segundo filme do Mercenário temos o primeiro casal gay assumido dos filmes de heróis.

Acredite ou não, essa é a primeira vez que isso acontece em um filme de super-heróis.

O programa funciona como uma espécie de The voice, com a diferença de que, ao invés dos jurados ficarem de costas para os candidatos, os participantes aparecem mascarados e só depois da apresentação revelam sua identidade.

De acordo com o Deadline, Deadpool 2 pode arrecadar entre US$ 305 e US$ 350 milhões na estreia mundial.

Na trama, Deadpool (Ryan Reinolds) entra na vida do garoto Russel que, tal como Deadpool, tem tendências autodestrutivas. Girando em torno desses personagens ainda encontramos a Domino vivida por Zazie Beetz e que facilmente convence como a personagem e ganha o carisma do público.

Josh Brolin está no melhor dos mundos: é o vilão Thanos em "Vingadores: Guerra do Infinito", que está a ter um razoável sucesso nas salas de cinema (na verdade, é já o quinto mais rentável de sempre a nível mundial) e regressa esta semana como Cable em "Deadpool 2", que ninguém tem dúvidas que também terá um impacto comercial demolidor.

Deadpool 2 funciona muito bem e entrega um filme que não se leva (nem por um segundo) a sério, o que é fantástico, já que é bom ver que não precisa ser perfeito, estar dentro dos padrões ou seguir todas as regras impostas para poder fazer a coisa certa e ser uma boa pessoa.

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